Em 10 de maio de 1857, a Revolta dos Sipaios irrompeu em um motim em Meerut, mas H.P.B. parece que já havia deixado a Índia então; ela foi em um navio holandês de Madras para Java, indo para lá por ordem de seu Mestre, “para um certo negócio”, como ela disse.

No início do ano de 1868, H.P.B. estava em Florença, a caminho da Índia via Constantinopla. Ela foi de Florença a Antivari e em direção a Belgrado, onde esperou, por ordem de seu Mestre, nas montanhas, antes de prosseguir para Constantinopla; ela pode ter estado nas montanhas Cárpatos e na Sérvia mais uma vez.[1] Ela diz que esteve em Belgrado cerca de três meses antes do assassinato do hospodar, príncipe Mihailo Obrenovic da Sérvia, ocorrido em 10 de junho de 1868.

Setembro – H.P.B. recebe “ordem para escrever Isis”. Afirmação contradiz todas as demais evidências sobre o assunto (ML, 289).

Quando H.P.B. colou uma cópia desta Circular em seu Álbum de Recortes, Vol. I p. 29 (originalmente 23), ela escreveu acima do título:]

Enviado para E. Gerry Brown por ordem de S *** e T *** B *** – de Lukshoor. (Publicado e expedido pelo coronel Olcott por ordem de M )

16 de outubro. Carta de H.S.O. Ainda não recebeu carta registrada com as cartas de Massey e Billing. Ordem de escrever para ele. M .·. veio e estava zangado. Bem, não me surpreende.

Bochecha inchada de novo. Rixa com Jenny. Pede a Wim. e H.P.B. 9 dólares que lhe deve H.S.O. Nada poderia satisfazê-la. W. deu-lhe 2 dólares, e ela jurou que seu senhorio a jogaria no olho da rua. Não posso fazer nada. De algum modo capaz de obter dinheiro para “corpo” e nossas necessidades – para Jenny – nenhuma ordem.

Sua estada em Odessa foi curta, e ela partiu em algum momento de abril de 1873, indo primeiro a Bucareste para visitar sua amiga, a Sra. Popesco. De lá, ela seguiu para Paris, provavelmente por ordens de seu Instrutor.

Certo dia, logo após sua chegada a Paris, H.P.B. recebeu “ordens” dos “Irmãos” para ir a Nova York e partiu logo no dia seguinte; isso deve ter sido no final de junho de 1873, uma vez que ela chegou a Nova York em 7 de julho.

22 de outubro – Ordens recebidas de Serapis, por intermédio de Sahib, para “terminar tudo nos primeiros dias de dezembro” (HPBSp., I, 126; Ransom, 108).

        14 de novembro – Mestre M. transmite ordens de Serapis; Fundadores devem partir no mais tardar entre 15 e 20 de dezembro (HPBSp., I, 140).

21 de novembro – Ordens recebidas para zarpar em 7 ou 17 de dezembro, e para empacotar tudo desde já (HPBSp., I, 141).

25 de novembro 25 – A Srta. Rosa Bates parte para a Inglaterra para esperar lá a chegada dos Fundadores; dois baús de H.P.B. seguem com ela para Liverpool (Ransom, 109; Vania, 40; HPBSp., I, 142-43).

        28 de novembro – Cel. Olcott parte para Fall River (HPBSp., I, 143). Retorna em 1o de dezembro, via Providence (ditto, 146).

        1o de dezembro – Ordens recebidas para vender mobiliário etc., antes do dia 12 (HPBSp., I, 146).

        13 de dezembro – Ordens parecem ter sido recebidas para navegar a princípio para a Filadélfia, Penna., mas isso evidentemente não foi levado a cabo (HPBSp., I 156).

Sim. Lamento dizer que tive que me identificar durante aquela vergonhosa exposição dos médiuns Holmes com os espíritas. Tive que salvar a situação, pois fui enviada de Paris de propósito para a América a fim de provar os fenômenos e sua realidade e – mostrar a falácia das teorias espíritas sobre os “Espíritos”. Mas como eu poderia fazer melhor? Eu não queria que as pessoas em geral soubessem que eu poderia produzir a mesma coisa à vontade. Eu tinha recebido ORDENS ao contrário e, ainda assim, eu tinha que manter viva a realidade, a genuinidade e a possibilidade de tais fenômenos no coração daqueles que de Materialistas se tornaram Espíritase agora, devido à exposição de vários médiuns, recuaram novamente, retornando ao seu ceticismo.

M traz ordens para formar uma Sociedade – uma Sociedade secreta como a Loja Rosacruz. Ele promete ajudar.

Ela explicou subsequentemente que nosso trabalho, e muitos outros mais do mesmo tipo, estava sendo supervisionado por um Comitê de sete Adeptos pertencentes ao grupo egípcio da Fraternidade Mística Universal. Até então ela nem havia visto a circular, mas agora eu mesmo levei uma cópia para ela e ela começou a ler atentamente. Ela riu e me disse para ler o acróstico feito pelas iniciais dos seis parágrafos. Para minha surpresa, descobri que eles soletravam o nome pelo qual eu conhecia o adepto (egípcio) sob cujas ordens eu estava estudando e trabalhando.

Uma tentativa em consequência de ordens recebidas de T*** B*** através de P*** personificando J.K. [símbolo]. Ordens para começar a contar ao público a verdade sobre os fenômenos e seus médiuns. E agorameu martírio começará! Eu terei todos os espíritas contra mim, além dos cristãos e dos céticos! Seja feita, ó M, Tua Vontade!

Ordens recebidas da Índia mandam estabelecer uma Sociedade filosófico-religiosa e escolher um nome para ela – também para escolher Olcott. Julho de 1875.

Tentativa no 1 – Escrita por H.P.B. por ordens expressas de S *** (Veja o primeiro resultado da consulta a um erudito!! Maçom – art: “Rosacrucianismo”, verso da página.

Por outro lado, Annie Besant, escrevendo em Lucifer (Vol. XII, abril de 1893, p. 105) sobre a formação da S.T., diz que

“. . . ela [H.P.B.] disse-me como seu Mestre a ordenou que a fundasse e como, por ordens Suas, ela escreveu a sugestão de iniciá-la em um pedaço de papel e o entregou a W. Q. Judge para passar para o coronel Olcott; e então a Sociedade teve seu começo. . .”

Embora esses dois relatos contraditórios sejam um tanto desconcertantes para o historiador, devemos ter em mente que nenhum deles é baseado em qualquer documento real ou relato contemporâneo escrito. O que é de particular importância e interesse, no entanto, é o fato de que H.P.B., ela mesma, como vimos anteriormente no presente Volume, concluiu sua “Nota Importante”, colada em seu Álbum de Recortes, I, pp. 20-21, com a afirmação de que “. . . M .·. traz ordens para formar uma Sociedade – uma Sociedade secreta como a Loja Rosacruz. Ele promete ajudar.” Além disso, ela declara especificamente ter recebido ordens da Índia “para estabelecer uma sociedade filosófico-religiosa” e “escolher Olcott”, e data essa anotação “julho de 1875”.

[Em relação com o artigo acima, uma frase de uma carta do Mestre K. H. escrita para A. P. Sinnett no outono de 1882, pode ser de interesse (The Mahatma Letters etc., p. 289):

“Foi H.P.B. que, agindo sob as ordens de Atrya (alguém que não conheces), foi a primeira a explicar no Spiritualist a diferença que havia entre psique e nous, nefesh e ruach – Alma e Espírito. Ela teve que usar todo o arsenal de provas, citações de Paulo e Platão, de Plutarco e Tiago etc. antes que os espíritas admitissem que os teosofistas estavam certos. . .”

5 de agosto. Levantamo-nos às 4 da manhã. H.S.O., H.P.B., Wimbridge e Macgrath pegam trem para Nova York. Carta arrogante de E. K., ofendida pelo que Olcott escreveu-lhe sobre C. C. Blake.22 H.S.O. recebe carta do prof. Wyld.23 Da tarde até o jantar, W. Q. Judge de acordo com ordens e Wimbridge. “Indu Prakash” recebido da Índia e panfleto “Resposta de Dya Nand Swamee24 a seus críticos”. Um jornal italiano de Otho Alexander25 de Corfu com artigo sobre festival de Mazzini e um ataque ao “Fanfulla”, de Menelao.26

H.S.O. conseguiu escrever cartão postal em francês. Primeiro escreveu mille, corretamente, depois riscou a palavra e colocou mil, mas não é assim. Sua primeira inspiração sempre é melhor. Enviei para H.S.O. cartas de Massey e Billing. ORDENS recebidas para que ele faça uma reunião de indignação, seja em realidade ou fantasia. Dessa obediência depende muito. H.S.O. espera ganhar 5.000 dólares.

H.S.O. escreveu para Hurrychund e Srta. E. Kislingbury. Narayan42 deixou relógio – e veio Sahib.43 Este com ordens de Serapis44 para concluir tudo nos primeiros dias de dezembro. Não mudar um centímetro dos planos de Blodget etc. Bem, – H.S.O. está só fazendo sua grande aposta final.

Noite. Dr. Pike e Sra. Hallet. Gaylord veio por um momento. Naray descampou e Morya entrou – dedo quebrado e tudo. Veio com ordens definidas de Serapis. Temos que ir; no mais tardar de 15 a 20 de dez. Wimb. chateado por ação judicial, muito desanimado.

No Sun, descrição de Curtis da cerimônia das cinzas da última tarde. Evening Telegram copia e faz de conta que é de sua própria iniciativa! Taffy52 é toda lágrimas astrais de medo de Wim. ser preso. Ordens do QG para zarpar no dia 7 ou 17 de dezembro, e para fazer as malas já.

Móveis e o resto devem ser vendidos ou doados antes do dia 12. ORDENS.

Ordens – ir para Filadélfia. Kali suspeita da partida e pensa em prender H.S.O. Ele recebe sua nomeação regular do gov. indicando-o membro de comissão com passaporte especial. Ele tem que ir para a Fil. na segunda ou terça também.

Quando H.P.B., coronel Olcott e grupo chegaram em Paris, em 28 de março, Judge estava à disposição para encontrá-los.[2] De acordo com algumas de suas cartas publicadas[3], Judge recebeu ordens dos Mestres para ficar lá e ajudar H.P.B. na escrita de A Doutrina Secreta, que na época ainda era imaginada como uma nova versão de Ísis Sem Véu – um plano abandonado mais tarde.

Mesmo indivíduos como Subba Row foram vítimas desse sentimento de casta, aparentemente alheios ao fato de que as ações de H.P.B. foram tomadas por ordens diretas dos Instrutores dela.

Esta descrição, ao mesmo tempo que mostra ignorância de certos fatos que dizem respeito às ordens recebidas por H.P.B. de seus Superiores para trabalhar por algum tempo com o Movimento Espírita, oferece, no entanto, uma imagem interessante do caráter versátil de Sotheran e deveria ser gravada aqui para a posteridade.

Ordens recebidas para desmascarar o Dr. Child. Fiz isso. D’ é um hipócrita, um mentiroso & uma fraude.

Sua estada em Odessa foi curta, e ela partiu em algum momento de abril de 1873, indo primeiro a Bucareste para visitar sua amiga, a Sra. Popesco.[4] De lá, ela seguiu para Paris, provavelmente por ordens de seu Instrutor.

[2] Olcott, Old Diary Leaves (Folhas de um Velho Diário), III, 86.

[3] The World, ibid.

[4] Sinnett, Letters etc., pp. 152-54; Incidents etc., p. 169; H.P.B. Speaks, Vol. II, p. 23.

 

Ver Escritos Compilados de H. P. Blavatsky – Volume I