Glossário Teosófico

Ganso

À caça dos gansos é uma representação simbólica e mística, frequente nos templos egípcios e mencionada no Livro dos Mortos. Uma das cerimônias da grande festa em honra de Ammón consistia em soltar quatro gansos, que tinham o nome dos quatro gênios funerários e que, em seu vôo, tinham de se dirigir aos quatro pontos cardeais, (Pierret, Dict. dArch, Egypt.) Gantavya (Sânsc.) — Que deve ser alcançado, Gaokerena Masd.) — A árvore da vida eterna o branco Haôma, (Doutrina Secre- ta, 11, 544) Garbha (Sânsc.,) — Selo, matriz; ovo, germe, embrião, fruto. Gârhapatya (Sânsc.) — Um dos três fogos domésticos. (Râma Prasãd) Gariman (Sânsc.) — Peso, gravidade; poder adquirido pelo vogf de se tornar muito pesado, Garm (E£sc.) — O Cérbero do Edda. Este cão monstruoso vivia na caverna de Gny- pa, defronte à morada de Hel, a deusa do mundo inferior. Garuda (Sânsc.) — Ave gigantesca [com forma de águia) mencionada no Râmáyana e que serve de cavalgadura para Vishnu. Esotericamente, é o símbolo do grande céu, [Mahã- Kaipa]. [Garuda é conhecida também pelos nomes de Khagezvara (rei das aves), Nâgântaka (destruidor de serpentes), Vishnu-ratha (veículo de Vishnu), Vainateya (filho de Vinatã) etc. (Ver Bhagavad-Giá, X, 30) Garva (Sânsc.) - Orgulho, arrogância. Gatâgata (gata-âgata) (Sânsc.) — Literalmente, “aquele que vai e vem”. O transi- tório, a transmigração; felicidade passageira ou instável. Gatasandeha (Sânse.) — Sem qualquer dúvida. Gatasanga (Sânsc.) — Livre de apego, isento de afeições,

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