Glossário Teosófico
Iconoclasta
Literalmente, “destruidor de imagens”. Este qualificativo é aplicado aos que se opõem ao culto dos ídolos ou imagens e, especialmente, aos do princípio da Igreja Oriental, quê desde o séc, VIII opuseram-se ao uso de imagens sagradas ou, pelo menos, a tributar honrar religiosas a estas. Ida (Esc.) — As planícies de Ida, onde os deuses se congregam para celebrar o con- selho, no Edda. O campo de paz e repouso. [Ver Midgard.) Idâ (Sânsc.) — O nãdi (nervo, vaso ou corrente nervosa) que se estende na parte es- querda do corpo e vai para a narina esquerda; o nervo simpático esquerdo, (Râma Pra- são) Este nádi distribui-se desde a planta do pé esquerdo para cima, até o “lótus de mil pétalas” (Sahasrára) no vértice da cabeça. (K. Laberi, Comentário do Uttara-Gitá) Par- te, como o Pingalâ (ver), de um ponto sagrado, situado sobre a medula oblonga, conhe- cido pelo nome de Triveni, (Doutrina Secreta, III, 547) (Para maiores detalhes, ver Ráma Prasãd, “As Forças Mais Sutis da Natureza”, cap. IV) Idà ou 11â (Sânsc.) — Esposa e filha de Vaivasvata Manu, de quem “ele engendrou a raça dos Manus"", Diz-se, nas lendas exotéricas, que Manu Vaivasvata, desejoso de criar filhos, instituiu alguns sacrifícios a Mitra € a Varuna; porém, por erro do sacerdote ofi- ciante, só obteve uma filha, Idã ou lá, Então, “através do favor de ambas as divinda- des”, seu sexo foi mudado e ela se converteu em homem, Sudyumna. Depois tornou-se mulher outra vez e assim sucessivamente, acrescentando a fábula que Shiva e sua esposa compraziam-se com que “ela fosse homem durante um mês e mulher no outro”, o que está diretamente relacionado com a terceira Raça-mãe, cujos homens eram andróginos. (Doutrina Secreta, 11, 151, 156 etc.)