É a segunda letra em quase todos os alfabetos; é também a segunda do hebraico. Seu símbolo é uma casa, à forma de Beth, com à particularidade de que a própria letra indica uma casa, um telheiro, um albergue. “Por ser composta de uma raiz, é usada constantemente com o objetivo de mostrar que devia estar relacionada com a pedra; quando se empilham pedras em Beth-el, por exemplo. Numerologicamente, seu valor he- braico é dois, Unida com a letra que à precede forma a palavra Ab, que é a raiz de “paí”, senhor, uma pessoa dotada de autoridade; tem a distinção cabalística de ser a primeira letra do sagrado Livro da Lei, O nome divino relacionado com esta letra é Bakhour” (R. M. Cyclop). [Em quirologia cabalística corresponde à parte externa da mão, à região da Lua, Em Cabala: a sabedoria] M.P. Ba (Eg.) — À alma de alento, que corresponde ao Prâna (sopro ou alento de vida”), (Doutrina Secreta, II, 669) Baal (Cald,, Hebr.) — Baal ou Adon (Adonai) era um deus fálico, “Quem subirá ao monte (ao lugar elevado) do Senhor? Quem estará no lugar de seu Kadushu?” (ver) (Sal- mos, XXIV, 3). À “dança circular”, executada pelo rei Davi ao redor da arca, era a dan- ça prescrita pelas Amazonas nos Nostérios, a dança das filhas de Shiloh (Juízes, XXI e seguintes) e idêntica ao saltar dos profetas de Baal (1 Reis, XVIII), Era chamado Baal- Tzephon, ou deus da cripta (EÉxodo) e Seth, ou pilar (phallus), porque é o mesmo que Ammon (ou Baal-Hammon) do Egito, “o deus oculto”, Typhon, denominado Seth, que foi um grande deus egípcio durante as primeiras dinastias, é um aspecto de Baal e Am- mon, como também de Shiva, Jehovah e outros deuses. Baal é o Sol, que, em certo senti- do, é totalmente devorado pelo ardente Moloch (Ver Bel)
“Filhos de Deus”, literalmente, ou mais corretamente: “Filhos dos Deuses”, visto que Elohim é o plural de Eloah, Um grupo de potências angélicas, referível, por analogia, aos Sephira Hôd. (W, W. W,.)
Exotérica e superficialmente, é o deus do vinho e da vindima, bem como da devassidão e do alvoroço, Porém, o significado esotérico desta personificação é mais abstruso e filosófico. É o Osfris do Egito e tanto sua vida quanto sua significação perten- cem ao mesmo grupo dos demais deuses solares, todos eles “carregando com a culpa”, mortos e ressuscitados, como por exemplo Dionísio ou Atys de Frígia (Adônis ou o Tammuz sírio), como Ausonius, Baldur etc. Todos els foram condenados à morte, pranteados e restituídos à vida, As festas em honra de Atys ocorriam nas Hilaria, cele- bradas na Páscoa “pagã” -— o dia 15 de março, Ausonius, uma forma de Baco, era morto no equinócio de primavera (21 de março) e ressuscitava três dias depois. Tammuz, o du- plo de Adônis e Atys, era pranteado pelas mulheres num “bosquezinho” que levava seu nome, “além de Bethlehem, onde chorava o menino Jesus” -— diz São Jerônimo, Baco é assassinado e sua mãe recolhe os pedaços de seu corpo dilacerado, como o fez Ísis com os de Osíris e assim sucessivamente. Dionysos Iacchus, destroçado pelos titãs, Osíris, Krishna e todos os demais desceram ao Hades e retornaram. Astronomicamente todos eles representam o Sol; psiquicamente, são emblemas da “Alma” (o Ego em sua reencar- nação), que sempre ressuscita; espiritualmente, todas as vítimas propiciatórias inocentes que expiam os pecados dos mortais, seus próprios invólucros terrenos e, na realidade, imagem poetizada do Homem Divino, a forma de barro animada por seu Deus, 70
Frei franciscano, famoso como Adepto na Alquimia e artes mági- cas. Viveu no séc. XII, na Inglaterra. Acreditava na pedra filosofal tanto quanto os Ádeptos do Ocultismo. Acreditava igualmente na Astrologia filosófica. Foi acusado de ter fabricado uma cabeca de bronze, que, por possuir um aparelho acústico escondido nela, parecia pronunciar oráculos, que eram apenas as palavras proferidas pelo próprio Bacon em outra sala, Era físico e químico prodigioso e se lhe atribui a invenção da pól- vora, embora ele mesmo dissesse ter adquirido o segredo de alguns “sábios asiáticos (chineses),
Uma das insfenias dos bispos, que tem sua origem no cetro sa- cerdotal dos adivinhos etruscos. Da mesma forma, é encontrado na mão de diversas di= vindades. Baddha (Sánsc.) — Ligado, condicionado, como o está todo mortal que não se tor- nou livre através do Nirvâna, O estado do homem que não atingiu a Liberação final ou Nirvâna, Bagavadam (Sánrsc.) — Uma escritura tamil sobre Astronomia e outros assuntos, Bagh-bog (Est.) — “Deus”; um nome eslavo do Baco grego, cujo nome chegou a ser o protótipo do nome Deus ou Bagh e bog ou bogh; o nome russo de Deus, Bahak-Zivo (Gn.) — “Pai dos gênios” no Codex Nazaraeus. Os nazarenos constituf. ram uma primitiva seita semicristã, Bahir-prajõf (Babhis-prajõãã) (Sánsc.) — Conhecimento aplicado às coisas exte- riores, isto é, conhecimento objetivo, Bahis (Bahih ou Vahis) (Sánsc.) — Fora de, para fora, exterior a. Por razão de eu- fonia, às vezes 0 5 é substituído por r, como em Bahir-prajÃà, Bahish-Karana (Sânsc.) — Literalmente: “órgão ou sentido externo”. Bai (Eg.)- À alma intelectual, a intelisência, (Doutrina Secreta, IL, 670) Baka (Sânsc.) — Um demônio inimigo de Krishna, Bal (Hebr.) — Comumente traduzido como “Senhor”; também Bel, o Deus caldeu, é Baal, um “Ídolo”, Bala (Sânsc.) — Poder, força, energia, violência, Sobrenome de Râma, irmão de Krishna, (Ver Palicha-balâni.)
“Distribuidor de todo o bem”. O Deus radiante que é “o melhor e toda a humanidade o glorifica em voz alta; tão bela e deslumbrante é sua forma e semblante que parece que dele emanam raios de luz” (Edda). Fal era o canto de nascimento entoado em honra de Baldur, que ressuscita como Wall, o Sol primaveril. Baldur recebeu as denominações de “o bem-amado”, “o Santo”, “*o único sem pecado”, É o “Deus de bondade”, que nascerá outra vez, quando um mundo novo e mais puro te- nha surgido das cinzas do velho mundo carregado de pecado (Asgard). Foi morto pelo astuto Loki, porque Frigga, mãe dos deuses, “ao suplicar à todas as criaturas e a todas as coisas inanimadas que jurassem não prejudicar o bem-amado”, esqueceu-se de mencio- nar “o frágil ramo de agárico”, da mesma maneira que a mãe de Aquiles esqueceu-se do tendão de seu filho. Do ramo dessa planta Loki fez um dardo e colocou-o nas mãos do cego Hodur (ou Hoder), que com ele mata o risonho deus da luiz, O agárico do Natal é, provavelmente, uma reminiscência do ramo de agárico que matou o “Deus de bondade” do Norte, Bal-ilu (Cald.) — Um dos numerosos epítetos do Sol, 7
Ver Livros de Bambu, Bandha (Sánsc.) — Laço, Kgadura, sujeição, escravidão, À vida nesta terra. Tal pa- lavra deriva da mesma raiz de baddha. [O estado oposto ao da liberação ou Moksha,) Bandhana (Sânsc.) — Laço, vínculo, ligação, escravidão, Esta palavra é o equiva- lente etimológico de “religião”, palavra derivada do latim religare. (Ver: Olcott, Car. Búdico.)
Consciência; o quinto princípio do homem, (Cinco Anos de Teosofia) Baoth (Hebr.) - O Ovo do Caos (Doutrina Secreta, 1, 219), (Ver Hda Baoth.) Baphomet (Gr.) — O andrógino bode-cabra de Mendes. (Ver Doutrina Secreta, L, 253.) Segundo os cabalistas ocidentais e especialmente os franceses, os templários foram acusados de adorar Baphomet, e Jacques de Molay, Grão-Mestre dos templários, com todos os seus irmãos maçons, morreram por causa disso. Porém, esotérica e filologica- mente, tal palavra nunca significou “bode” nem qualquer outra coisa tão objetiva como um Ídolo, O termo em questão significa, segundo Von Hammer, “batismo” ou iniciação na sabedoria, das palavras gregas Bafe e metis e da relação de Baphometus com Pã, Von Hammer deve estar certo. Baphomet era um símbolo hermético-cabalístico, porém a história, tal como foi inventada pela clero, é falsa, (Ver Pá.)
Esta sagrada barca solar era chamada de Sekti e governada pelos mortos. Entre os egípcios, a maior elevação do Sol encontrava-se em Áries e a depressão em Libra, (Ver: “Fara6” ou Filho de Sol.) Uma luz azulada — que é o “Filha do Sol” — sai em torrentes da barca. Os antigos egípcios ensinavam que a cor verdadeira do Sol era azul e Macróbio afirma também que a cor desse astro é de um azul puro antes de alcançar o horizonte e depois do ocaso. É curioso notar a esse respeito o fato de que, em 1881, os físicos e astrônomos descobriram que “nosso Sol é realmente azul”, O professor Langley consagrou muitos anos à comprovação deste fato, Auxiliado em suas investigações pelo magnífico aparato científico da ciência física, conseguiu pro- var, finalmente, que a aparente cor amarelo-alaranjada do Sol deve-se unicamente ao efeito de absorção exercido por sua atmosfera de vapores, principalmente metálicos; mas que, na verdade, não é “um Sol branco, mas um Sol azul”, isto é, algo que os sacerdotes egípcios descobriram há milhares de anos atrás, sem a ajuda de qualquer dos aparelhos científicos conhecidos. (Ver Apap.)
Gnóstico sírio, erroneamente considerado como teólo- £o cristão, nascido em Edessa (Edessene Chronicle), no ano 155 de nossa era (Assemani, Bib, Orient., 1, 389), Foi um grande astrólogo, que seguia o sistema oculto oriental, Se- gundo Porfírio (que o considera babilônio, provavelmente por causa de seu caldeísmo ou astrologia), “Bardesanes... mantinha relações amistosas com os hindus, que tinham sido enviados a César, chefiados por Damadamis" (De Abst., IV, 17) e obteve sua informação dos gimnosofistas hindus. O fato é que na maior parte de seus ensinamentos, por mais que tenham sido alterados por seus numerosos partidários gnósticos, pode-se descobrir sua origem na filosofia hindu e, mais ainda, nas doutrinas ocultas do Sistema Secreto, Assim é que, em seus Hinos, fala da Divindade criadora como “Pai-Mãe” e, em outras partes, fala do “Destino astral” (Karma), de “Mentes de Fogo” (os Agni-Devas) etc. Relacionava a Alma (o Manas pessoal) com os Sete Astros, fazendo derivar sua origem dos Seres superiores (o Ego divino; portanto, “admitia a ressurreição espiritual, porém negava a ressurreição do corpo”, igualmente condenada pelos padres da Igreja, Efraim apresenta-o ensinando os signos do Zodíaco, a importância das horas do nascimento é 72
O: “Codex dos Nazarenos”, sistema elaborado por um tal Bardesanes. Alguns o denominam de uma Cabala dentro da Cabala, É uma religião ou seita. cujo esoterismo revela-se em nomes e alegorias sui generis. É um sistema gnóstico antiqúfssimo. Este Codex foi traduzido para o latim. É duvidoso o fato de se chamar o Sabeísmo dos mendaitas (mal denominados Cristãos de São João), contido no Codex Nazareno, de “Sistema Bardesiano”, como o fazem alguns autores, porque as doutrinas do Codex e os nomes dos Poderes do Bem e do Mal, que nele fisuram, são mais antigos do que Bardesanes. Contudo, os nomes são idênticos em ambos os sistemas. Baresma (Zend.) — Planta utilizada pelos Mobeds (sacerdotes parsis) nos templos de fogo, onde são guardados feixes consagrados da mesma. Barhaspatyamâna (Sánsc.) — Método de calcular o tempo comum durante o último perfodo hindu, no Noroeste da Índia. (Cinco Anos de Teosofia) Barhichad (Barhishad ou Varhichad) (Sânsc.) — Uma classe de Pítris ou ante- cessores “lunares”. País que, segundo admite à superstição popular, conservaram em suas encarnações passadas a sagrada chama doméstica e fizeram sacrifícios de fogo. Esotericamente, são os Pitris que desenvolveram suas sombras ou chhâávas, para com elas fazerem o primeiro homem. (Ver Doutrina Secreta, 11) Barima ou Bharima (Sânsc.) — Um dos poderes ocultos, através do qual pode-se aumentar à vontade o efeito da gravitação. Basileu (Gr.) — O Archon ou Chefe, que possufa a superintendência exterior, du- rante os Mistérios de Elêusis, Enquanto este era um Iniciado leigo e magistrado de Ate- nas, o Basileus do Templo inferior era ligado ao grande Hierofante e, como tal, era um dos principais Mistae (Iniciados) e pertencia aos Mistérios internos.
Assim chamado devido ao nome de seu autor, Basílides, fundador de uma das mais filosóficas seitas gnósticas. Clemente de Alexandria fala de Basíflides, o Gnóstico, como “um filósofo dedicado à contemplação das coisas divinas”. Enquanto pretendia ter recebido todas as suas doutrinas do apóstolo Mateus e de Pedro através de Glauco, Irineu denegria-o, Tertuliano tornava-o foco de sua ira e os Padres 73
O Baal-Adonis dos Sôds, ou Mistérios do judeus pré-babilônicos, converteu-se, graças ao Massorah, no Adonai, o Jehová posterior, com vogais, (Doutri- na Secreta, 1, 501)
Astrólogo francês. Viveu no séc. XVI e conta-se que predisse a morte de Sir Robert Melville, em 1562, e todos os eventos relacionados com Mary, a infeliz rainha dos escoceses. Bath (Hebr.) — Filha, Bath Kol (Hebr.) -- Filha da Voz: o sopro divino ou inspiração, através da qual os profetas de Israel eram inspirados, como se por uma voz vinda do céu e do Propiciatório, Em latim, Filia vocis, Um ideal análogo pode ser encontrado na Teologia exotérica hin- du, denominado Vâách, à voz, a essência feminina, um aspecto de Áditi, mãe dos deuses e à Luz primordial; é um mistério. (W. W. W.)
O rito de purificação celebrado durante a cerimônia da Iniciação nos tanques sagrados da Índia, e também o rito idêntico posterior, estabelecido por João, “o Batista”, e praticado pelos discípulos e seguidores, que não eram cristãos, Este rito já era muito antigo quando foi adotado pelos Chrestianos dos primeiros séculos, O batismo pertencia à teurgia primitiva caldéia-akkadiana; era religiosamente praticado nas cerimô- nias noturnas nas Pirâmides, nas quais vemos, ainda hoje, a pia batismal em forma de sarcófago; é sabido que era praticado durante os Mistérios Eleusinos nos tanques sagra- dos do templo e é praticado atualmente pelos descendentes dos antigos sabeus. Os men- daitas ( os E! Mogtasila dos árabes), apesar de seu nome enganoso de “Cristãos de São João”, são menos cristãos do que os árabes muçulmanos ortodoxos, que os rodeiam, São sabeus puros e isso se explica naturalmente, quando se recorda que o grande sábio semf- tico Renan demonstrou, em sua Vida de Jesus, que o verbo aramaico seba, origem do nome sabeu, é sinônimo do grego Baptizo, Os sabeus modernos, os mendaitas, cujas vi- gilias e cerimônias religiosas, frente a frente com as estrelas silenciosas foram descritas por vários viajantes, conservaram os ritos teúrgicos, batismais de seus remotos e quase esquecidos antecessores, os Iniciados caldeus. Sua religião tem vários batismos, sete pu- rificações em nome dos sete governadores planetários, os “Sete Anjos da Presença” da Igreja Católica Romana, Os batistas protestantes são apenas pálidos imitadores dos E! Mogtasila ou nazarenos, que praticavam seus ritos gnósticos nos desertos da Ásia Menor. (Ver Boodhasp.) ' Batoo (Eg.) — O primeiro homem, segundo a crença ou tradição popular egípcia. Noum, o artista celeste, cria uma linda donzela — o original da Pandora grega — e envia-a ao Batoo, depois do que a felicidade do primeiro homem é destruída. Batria (Egg. — Segundo a tradição, era a esposa de Faraó e a instrutora de Moisés. Bauddha (Sânsc.) — Pertencente ou relativo a Buddha (Buda); buddhista (budista). Bauddha-dharma (Sânsc.) — “Lei ou doutrina buddhica (búdica)"”, Expressão equivalente à palavra “Buddhismo” (budismo), com a qual se designa, no Ocidente, a re= ligião de Buddha (Buda).
Segundo a Cabala, o prosélito mais assíduo não morre pelo poder do Espírito do Mal, Yetzer ha Rah, mas por um beijo da boca de Jehovah Tetragramma- ton, a quem encontra no Haikal Ahabah ou Palácio de Amor. (W. W. W.) Bel (Cald.) — O mais antigo e poderoso dos deuses da Babilônia; uma das trindades mais primitivas. Anu (ver); Bel, “Senhor do Mundo”, Pai dos deuses, Criador e “Senhor da cidade de Nipur” e Hea, forjador do destino, Senhor do Abismo, Deus de Sabedoria e do conhecimento esotérico e “Senhor da cidade de Eridu”, A esposa de Bel, ou seu as- pecto feminino (Shakfi), era Belat ou Beltis, “Mãe dos grandes deuses” e “Senhora da cidade de Nipur”. O Bel original era também denominado Enu, Elu e Kaptu (ver Narra- ção Caldgia do Gênese, de G. Smith). Seu filho mais velho era o Deus Lua Sin (também denominado Ur, Agu e Itu), a divindade que presidia a cidade de Ur, assim chamada em honra de um de seus nomes. Então, vejamos: Ur é o local de nascimento de Abraão (ver Astrologia). Na religião babilônica primitiva, a Lua era, como o Soma da Índia, uma di- vindade masculina e o Sol, uma divindade feminina. E isto levou quase todas as nações a grandes guerras fraticidas entre os que cultuavam a Lua e o Sol; por exemplo, as conten- das entre as dinastias lunar e solar, Chandra e Súrya-vansa [a raça lunar e a solar] na an- tiga Aryavarta [Índia]. Encontramos a mesma coisa, embora em menor escala, entre as tribos semíticas, Abraão e seu pai Terah, segundo se ensina, emigraram de Ur levando com eles seu deus lunar (ou seu ramo), pois Jehovah Elohim ou £!/ — outra forma de El — esteve sempre relacionado com a Lua. À cronologia lunar hebraica levou as nações “civilizadas” da Europa aos maiores erros e desatinos, Merodach, filho de Hea, veio a se tornar o Bel posterior e foi adorado na Babilônia, Bel possui um grande número de sig- nificados simbólicos. : Bela Shemesh (Cald., Hebr.,) — “Senhor do Sol”. Nome da Lua durante aquele pe- ríodo em que os judeus tornavam-se alternadamente adoradores solares e onde a Lua era uma divindade masculina e o Sol, feminina, Tal perfodo engloba o tempo compreendido entre à expulsão de Adão e Eva do Éden e o não menos alegórico dilúvio de Noé. (Ver Doutrina Secreta, 1, 397)