Glossário Teosófico

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Verbetes: J

J

Décima letra do alfabeto inglês e do hebraico; neste último é equivalente ao y e ao é; numericamente é 10, o número perfeito. (Ver Jodh e Yodh,) O uno, (Ver também 1.) É a vigésima segunda letra do alfabeto sânscrito e soa como dj nas palavras adjurer (francesa) ou adjunt (catalã), Assim, vemo-la expressa em algumas transliterações, como, por exemplo, nas palavras Sandjaya (Safijaya), Ardjouna ou Ardjuna (Arjuna), Yadjour (Yajur) etc. Há, nesta óltima língua, outra letra, a vigésima terceira, que costuma ser ex- pressa como jh ou como j com duas virgulinhas na parte superior (transliteração de Bur- nouf e Leupob) e soa como a letra anterior, porém levemente aspirada. O J é o símbolo de um dos doze nádis principais (troncos), que partem do coração. (Râma Prasãa)) Ja (Sânsc.) — Em linguagem mística, designa Vishnu ou Shiva. Essa mesma sílaba, colocada ao fim de um nome composto, significa: nascido, produzido, originado etc. Jâbalas (Sánsc.) — Estudantes da parte nística do Yajur-veda Branco.

Jachin (Hebr,)

“Em letras hebraicas Ikin, da raiz Kun, “estabelecer”, e o nome simbólico de uma das colunas do pórtico da Templo do Rei Salomão.” (W. W. WJ) A outra coluna chama-se Boaz e, das duas, uma era branca e a outra negra. Ambas corres- pondem a várias idéias místicas, uma das quais é que representam o Manas dual ou o Ego superior e inferior. Qutros relacionam as duas colunas, no misticismo eslavo, com Deus e o Diabo, ou seja, com o Deus Branco e o Deus Negro ou Byeloy Bog e Tchermoy Bog. (Ver Yakin e Boaz.) Jacobitas -— Seita cristã da Síria, no séc. VI (ano 550), que atirmava que Cristo possuía uma só natureza e que a confecção não era de origem divina. Tinham seus signos secretos, suas palavras de passe e uma Iniciação solene com mistérios. Jada (Sânsc.) — Inconsciente, estúpido, apático. Jadoo (FHin.) — Feitiçaria, encantamento, magia negra.

Jadoogar (Hin,)

Feiticeiro, bruxo. Jâdya (Sânsc.) — A patia, estupidez, frialdade,

Jagad

À letra 4 é eufônica. (Ver Jagat,) Jagad-anda (Sánsc.) — O ovo do mundo. Jagad-âtman (Sânsc.)- A Alma do Mundo.

Jagad-dháàtri (Sânsc,)

Criador do Mundo, Jagad-dhâtrf (Sânsc.) — Substância. Literalmente, “nutriz [ou sustentadora] do mundo”, Com este nome designa-se o poder que Krishna e seu irmão Balarâma introdu- ziram no seio de Devaki, sua mãe. Epfteto de Sarasvati e Durgã, Jagad-dipa (Sânsc.) — Luz ou lâmpada do mundo; o Sol. Jagad-guru (Sânsc.) — Mestre ou instrutor do mundo, Epíteto de Brahmã, Vishnu e Shiva, Jagad-fza (Sâánsc. — Senhor do mundo. Vishnu. Jagad-frvara (Sánsc.) — Senhor do mundo. Jagad-uddhâra (Sânsc.) — Liberação ou emancipação dos entraves do mundo; salvação, 257

Jagan

À letra n é eufônica. (Ver Jagar.) Jagan-mátri (Sânso.) — “Mãe do mundo”, Epíteto de Durgâ ou Lakshrl, Jagan-nftha (Sánsc.) — Literalmente, “Senhor do mundo", um dos títulos de Vish- nu, À grande imagem de Jagan-nátha em seu carro, cujo nome geralmente escreve-se e se pronuncia Jagernath, O fdolo é o de Vishau-Krishna, Pari, próxima à cidade de Cuttack, em Orissa, é o grande centro de seu culto e, duas vezes por ano, um grande número de peregrinos acorre de todas as partes para as festas do Snânayaira [procissão do banho] e Rarhayátra [procissão do carro]. Durante a primeira, banha-se 2 imagem, €, durante a segunda, tal imagem é colocada sobre um carro, entre as imagens de Balarâma e Subhadrá (irmão e irmã, respectivamente, de Krishna), e o veículo colossal é puxado pelos devotos, que têm a felicidade de serem esmagados sob suas rodas, [Ver Jagernarh,] Jagan-nivêsa (Sánsc.) — “Mansão do Mundo”. Epfteto de Vishnu-Krishna ou de Shiva, Jâgara (Sânsc.) — Vela, vigília: vigilância. Jagat (Sânsc.) — O Universo. [Além de Universo ou mundo, jagast significa aquele que se move ou vive; ser ou criatura vivente, homem, animal; a terra; o vento. Em nô- mero dual, significa o céu e o mundo inferior.) Jagat-chakchus (Sânsc.) — O olho do mundo: o Sol. Jagati! (Sánsc,) — À Tema, Jagat-karana (Sânsc.) — À causa do Universo, Jagat-kartri (Sánsc.) — Construtor do mundo: BrahmÃã,

Jagat-pati (Sânsc,)

Senhor do mundo, Título de vários deuses. Jagat-prabhu (Sánsc.) — O mesmo significado de Jagat-pati. Jagat-prakâsa (Sánso.) — Que ilumina o mundo. Jagat-prâna (Sánsc.) -— Ar, vento. Jagat-swâmin (Sánse.) — Senhor do mundo, Jagat-traya (Sânsc.) — Os três mundos: o céu, a Terra e o mundo inferior,

Jagernath (Carro de)

(Ver Jagan-nátha.) O dito popular “aquele que pode ver, por um breve instante, o anão (o Jagernath) montado no carro, não terá mais renasci. mentos”, atrai centenas de milhares de devotos a tal festa, O carro em questão é apenas uma alegoria que, na realidade, significa o corpo humano, Por conseguinte, o verdadeiro significado desse ditado é que aquele que pode ver ou encontrar o Espírito (Jagernath ou o “anão”) entronizado em seu corpo, não terá mais renascimentos, visto que, então, pode estar certo de se ter emancipado do pecado, E, além disso, impedidos pela grosseira e fa- nática idéia de que aquele que morre sob as rodas do carro de Jagernath está salvo, muitos se atiram sob o carro sagrado. À causa de tantas vidas assim perdidas é o fato de se ter esquecido há muito tempo a chave de uma alegoria tão sagrada, cujo significado real é que, enquanto o Espírito (Jagernarh) vai montado no carro do corpo, pode-se esmagar e destruir o eu inferior ou alma animal, juntando assim seu Eu espiritual ao 258

Jâgrad

A letra d é eufônica. (Ver Jágrat.) Jâgrat (Jagrata) (Sânsc.) — O estado de vigília da consciência, Na filosofia yoga, Jâgrat-avasthâ é a condição de vigília, um dos quatro estados do Pranava, nas práticas de ascetismo comum entre os vogls, [NNágrat (vela, vigília) é o estado desperto ou de per- cepção exterior; um dos três estados de consciência, sendo os outros dois: Syapna, 0 es- tado de sono e Suchupti, o de sono profundo sem sonhos. Estes três estados conduzem ao quarto, Turíva (Turya), aquele que supera o do sono sem sonhos, aquele superior à todos, um estado de elevada consciência espiritual. (A Voz do Silêncio, D) Jâgrat-avasthã (Sânsc.) — Estado de vigília, (Ver Jágras.) Jâgrat-svapna (Sánsc.) — Sonho ou estado desperto; ilusão. (P, Hoult) Jah (Hebr.) — Nome divino de Cholanak ou Sabedoria, uma potência ativa masculi- na. Equivale também a fah e Yah (visto que as letras í, ), y são permutáveis) e a Jaho e Jehovah, Jahânaka (Sânsc.) — O mesmo que pralaya ou destruição do Universo. Jah-Eve (Jah-Eva) (Hebr.) — Um ser hermafrodita, ou seja, a forma primitiva da humanidade, o Adão terrestre original. Jah-Havah (Febr.) -- O Jehovah masculino-feminino, Jah-Hevah (Hebr.) — O primeiro Andrógino divino; ao se dividir nos dois sexos, ou seja, homem e mulher, tornou-se Jah-Heva.

Jah-Hovah (Hebr,)

Vida masculina e vida feminina; macho e fêmea, Esta palavra composta indica que, quando “os homens passaram a se chamar Jehovah” ou Jah-Hovah (Gênese, IV, 26), começou a raça humana com sexos distintos, (Doutrina Secreta, IL, 133, 406) Jah-Hovah equivale a Jehovah, Jah-weh (Hebr.) — Termo equivalente a Jah-Hovah ou Jehovah, Jâhnavit (Sânsc.) — [Literalmente, “filha de Jahnw"”',] Nome patronímico de Gangãô, ou seja, o rio Gânges, [ Ver Gangâ,) Jaho (Hebr.) — O mesmo que Jah. Jahava Alhim (Hebr.) — É o nome que, no Gênese, substitui a Alhim ou Elohim, “os deuses”. É empregado no capítulo primeiro, enquanto que no segundo figura a ex- pressão “Senhor Deus” ou Jehovah. Na filosofia esotérica e também na tradição exotéri- ca, Jahva Alhim (Java Aleim) era o título do chefe dos hierofantes, que eram Iniciados no bem e no mal no colégio sacerdotal, conhecido pelo nome de Colégio Aleim, no país de Gandunya ou Babilônia, À tradição e a fama afirmam que o superior do templo Fo-mai- yu, chamado Fo-tehou (mestre de lei búdica), templo situado nas fragosidades do grande monte de Kouenlong-sang (entre a China e o Tibev), instrui uma vez a cada três anos, ao pé de uma árvore denominada Sung-Min-Shã ou "Árvore do Conhecimento e da Vida”, queéa Árvore da Sabedoria Bo (Bodhi). 259

Jaimini (Sônsc,)

Um grande sábio, discípulo de Vyâsa, o transmissor e instrutor do Sâma-veda, que segundo se supõe recebeu-o de seu guru. E também o célebre funda- dor e autor da filosofia Pâirva Mimânsã. Jaina (Sânsc.) — [Seguidor do jainismo], doutrina religiosa da Índia, que tem grande semelhança com o budismo, porém que o precedeu em muitos séculos. Os jainas preten- dem que Gautama o Buddha era discípulo de um de seus Tirthankaras ou Santos, Negam a autoridade dos Vedas e a existência de todo deus supremo pessoal, porém acreditam na eternidade da matéria, na periodicidade do Universo e na imortalidade das almas (manas) humanas e na dos animais. uma seita sumamente mística.

Jainismo

À heterodoxa seita hindu dos jainas (ver). Jala (Sânsc.) — Água. Jâla (Sânsc.) — Rede, laço. Jalaja (Sânsc.) — Literalmente, “nascido na água”, o peixe; o lótus.

Jalakântâra (Sânsc,)

Varuna, deus do oceano, Jalapati (Sânsc.) — Senhor das águas: Varuna. Jata-rôpa (Sâánsc.) — Literalmente, “de forma ou corpo aquoso”, Um dos nomes de Makara (o signo zodiacal de Capricórnio). É um dos mais ocultos e misteriosos signos do Zodfaco; figura na bandeira de Kâma, deus do amor, e tem relação com nosso Ego imortal, (Ver Doutrina Secreta) Jalavichuva (Sânsc.) — O equinócio de outono, Jalazaya (Sânsc.) — Vishnu, que dorme sobre as águas. Nos Vedas, é o fogo, princf- pio de vida, que repousa nas águas do samudra ou vaso sagrado. (Dicionário Sânscrito- Francês de Burnouf e Leupol) Jalâzaya (Sânsc.) — Lago, mar. Jalendra (Jala-indra) (Sânsc.) — O Oceano, como rei das águas; Varuna, como deus das águas. Jalezvara (Jala-fzvara) (Sâánsc.) — Significado idêntico ao de Jalendra. Jâlika (Sânsc.) — Mago, feiticeiro, encantador, Jâlma (Sânsc.) — Homem de casta muito inferior, dedicado aos ofícios mais vís. Temerário, cruel, vadio. Jâmblico (Tlamblichus) (Gr.) — Grande teurgo, místico e escritor dos sécs, IIL e IV e filósofo platônico, que nasceu em Calcis (Síria), Nunca existiram biografias corretas do mesmo, devido ao ódio que lhe tinham os cristãos. Porém o que se pode recolher de sua vida, em Íragmentos isolados de obras devidas a pagãos imparciais e escritores indepen- dentes, prova a excelência e a pureza de seu caráter moral e a vastidão de seu saber, Po- de ser qualificado de fundador da magia teúrgica, entre os neoplatônicos, e de restaura- dor dos mistérios práticos fora do templo ou santuário, Sua escola era, de início, distinta daquela de Plotino e Porfírio, que eram extremamente contrários à magia cerimonial e teurgia prática, por considerá-las perigosas, Porém, mais tarde, Jâmblico convenceu Porfírio de sua conveniência em várias ocasiões e tanto o mestre quanto o discípulo acreditaram firmemente na teurgia e na magia, das quais a primeira é, principalmente, o meio de comunicação mais elevado e eficaz com o Ego superior de alguém, através de 260

Jehovah-Eva

Adão Kadmon (Génese, IV, 5) divide-se em duas metades, macho e fêmea, convertendo-se, deste modo, em Jah-Haovah ou Jehovah- Eva. Doutrina secreta, 1, 136) (Ver Jah-Eva e Jah-Hovah,)

Jehovah-Nissi (Hebr,)

O Andrógino de Nissi, (Ver Dionysos,) Sob este nome os judeus adoraram Baco-Osíris, Dio-Nysos e os multiformes Joves de Nyssa, o Sinai de Moisés. À tradição universal apresenta Baco criado numa caverna de Nysa. Diodoro si- tua Nysa entre a Fenícia é o Egito e acrescenta: “Osíris foi criado êm Nysa... era filho de Zeus e foi chamado pelo nome de seu pai (nominativo Zeus, genitivo Dios) é o lugar em questão intitulou-se Dio-nysos": o Zeus ou Júpiter de Nysa, (Ver Dionysos.) Jerusalen ou Jerusalém, Jerosalem (Septuag.,) e Hierosolyma (Vulgat,) — Em he- braico escreve-se Yrshlim ou “cidade de paz”; porém os gregos, antigamente, chama- vam-na com acerto Hirosalem ou “Salém Secreto”, visto que Jerusalém é um ressurgi- mento de Salém, da qual Melchizedek era o Rei-Hierofante, um declarado astrólatra e adorador do Sol, “o Altíssimo”, seja dito de passagem, Ali reinou também Adoni-Zedek, que foi o último de seus soberanos amorreus. Aliou-se a outros quatro e estes cinco reis foram reconquistar Gibeén [Gabaón), porém (segundo Josuég, X*) não se saíram muito bem do combate, o que não é de se estranhar, porque esses cinco reis tiveram contra eles não apenas Josué, mas também o “Senhor Deus” e, em acréscimo, o Sol e a Lua, Na- quele dia, segundo lemos, obedecendo ao mando do sucessor de Moisés, “o Sol se deteve e à Lua parou” (Josué, X, 13), durante todo o dia, Nenhum homem mortal, rei ou aldeão, pôde resistir, naturalmente, a semelhante aguaceiro “de grandes pedras do céu”, que fo- ram lançadas sobre eles pelo mesmo Senhor “desde Beth-horon até Azeka... e eles mor- reram”" Cosud, 4, 11), Depois de matarem, eles “fugiram e se esconderam em uma ca- verna em Makkeda (ou MacedayY (Josué, 4, 16), Parece, contudo que uma conduta tão indigna para um Deus recebeu mais tarde seu castigo térmico, Em épocas diferentes da história, o templo do Senhor judeu foi saqueado, arruinado e queimado (ver Monte Mo- riah) — a santa Arca da Aliança, querubins, Shekinah e tudo o mais —, porém aquela di- vindade parecia tão impotente para proteger sua própria propriedade da profanação co- mo se já não houvesse mais pedras no céu, Depois que Pompeu tomou o segundo Tem- plo, no ano de 63 a,C,, é o terceiro, erigido por Herodes, o Grande, foi arrasado pelos romanos, no ano de 70 d,C., foi proibido edificar um novo templo na capital do “povo eleito” do Senhor. À despeito das Cruzadas, desde o séc. XIII Jerusalém pertenceu aos maoinetanos e quase todos os Lugares Santos e de grata memória dos antigos israelitas, e também dos cristãos, estão agora cobertos de minaretes é mesquitas, quartéis turcos e outros monumentos do islã, Jesod (febr.) — Fundação; o nono dos dez Sephiroth, uma potência ativa masculina, que completa as sels que formam o Microprosopo. (W. W. W.)

Jesus

Também chamado de Cristo ou Jesus Cristo, É preciso estabelecer uma dis- tinção entre o Jesus histórico e o Jesus mítico. O primeiro era essênio e nazareno e foi mensageiro da Grande Fratemidade para pregar os antigos ensinamentos divinos, que deveriam ser a base de uma nova civilização. Pelo espaço de três anos foi Mestre divino dos homens e percorreu a Palestina, levando vida exemplar por sua pureza, compaixão e amor à humanidade, Operou quantidade enorme de prodígios, ressuscitando mortos, cu- rando doentes, devolvendo a visão aos cegos, fazendo andar os paralíticos e realizando muitos outros atos que, por seu caráter extraordinário, foram qualificados de “milagro- 265

Jetzirah, Sepher ou Livro da Criação

À mais oculta de todas as obras cabalísti- ças, atualmente em posse dos místicos modernos. Sua pretensa origem de ter sido escrita por Abraão é, naturalmente, absurda, porém seu valor intrínseco é grande, Consta de seis perakim (capítulos), subdivididos em trinta e três breves mishnas ou seções, e trata da evolução do Universo, baseando-se num sistema de correspondências e números. Nele se diz que a Divindade formou (“criou”) o Universo através de números “por trinta e dois sendeiros (caminhos) de sabedoria secreta”, sendo tais sendeiros calculados para que correspondam às vinte e duas letras do alfabeto hebraico e aos dez números fundamen- tais, Estes dez são os números primordiais, dos quais procedeu todo o Universo, e são seguidos das vinte e duas letras divididas em Três Mães, as sete consoantes duplas e as doze consoantes simples. À quem quiser compreender bem o sistema, recomendamos a leitura do excelente, mas breve, tratado sobre o Sepher Jatzíirah de autoria de W. Wynn Wescott. (Ver Yerzirah.)

Jevishis

Vontade; Kâma-rúpa; 0 quarto princípio na constituição humana. (Cinco Anos de Teosofia)

Jh (Sânsc,)

Símbolo de um dos principais nádis (troncos) que partem do coração, (Râma Prasâd) Jhacha (Sânsec.) — Peixe. Peixes (termo de astronomia), Jhachaketana (Sânsc.) — Epíteto de Kâma, deus do amor, por levar um peixe em sua bandeira, Será que isso se deve às propriedades afrodisfacas que tem o pescado? Terá isso alguma analogia com o fato de o peixe estar relacionado com o culto da deusa Vê- nus? (Ver Ichthus.)

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