Décima letra do alfabeto inglês e décima oitava do alfabeto português; numeri- camente, sessenta. Em hebraico, € a décima quintaletra, Samej, considerada como letra sagrada, porque “o sagrado nome de Deus é Samerf'. Seu símbolo é um pilar ou coluna e um ovo fálico, Em geometria oculta, é representada por um círculo com dois diâmetros em forma de cruz. Na Cabala, as “divisões do Grande Éden ou paraíso” encontram-se distribufdas de modo semelhante, Em sânscrito, é a quadragésima sexta e a terceira sibi- lante do alfabeto, Soa como o s em português, enquanto que as outras duas sibilantes, a primeira, que nas transliterações é geralmente expressa com um 5, sh, sh, 5, z OU €, SO0a quase como o z sibilante ou como o ç francês de maçon; a segunda, que é expressa por sh, sh ou 5 (o que leva a contínuas confusões), soa como o ch. Sa (Sânsc.) — Símbolo do processo de inspiração, O sakti, modificação receptiva da matéria vital, é também chamado de Sa. (Râma Prasâãd) No início de uma palavra, equi- vale a com, juntamente com, dotado de, etc. [sabija (sa-bija) significa “com semente”. Ver saha e sam.) Sa ou Hea (Cald.) — É a síntese dos sete deuses na mitologia babilônica. Sâ (Eg.) — Ver Sacerdotisas.
10 - 5 - 1 =21, Em Alquimia, simboliza os vinte e um dias necessários para a transmutação dos metais mais vis em prata, À letra u breve é a quinta vogal do alfabeto sânscrito, assim como o à longo é a sexta. É preciso advertir que, nas palavras compostas, o a final do primeiro termo e o & inicial do último formam, por combinação, a vogal dupla 0; por exemplo: Prazna-upanishad converte-se em Praznopanishad, Uasar (Eg.) — O mesmo que Osiris, sendo que este último nome é grego. Uasar é descrito como o “Nascido do Ovo”, como Brahma. “É o Eros que Aristófanes descreve como saído do ovo e cuja energia criadora dá existência a todas as coisas; o demiurgo que fez e anima o mundo, um ser que é uma espécie de Amen, o deus invisível, como Dionysos é um elo entre a humanidade e o Zeus Hypsistos.” (Brown, O Grande Mito Dionisíaco.) Ísis é chamada de asi porque é o Shakri de Osíris, seu aspecto feminino, simbolizando ambos as forças vitais criadoras e vitalizantes da Natureza, em seu aspecto de divindade masculina e feminina. Uasi (Eg.) — Sobrenome de Ísis. (Ver Vasar.)
Festas que os frígios celebravam em honra de Baco, chamado pelo nome de Sabácio, Tais festas consistiam em danças, corridas e transportes frenéticos, Sabãdha (Sânsc.) — Penoso, opressivo; desvantajoso.
Ver Sabelsmo. Sabalâswas ou Shabalâshvas (Sânsc.) — Filhas de Dakcha, em número de mil. (Doutrina Secreta, 11, 288.) Sabali (Sânsc.) — Crepúsculo. Sabândhava (Sânsc.) — Significado idêntico ao de Svabândhava, (Ver esta palavra.) Sabandhu (Sânsc. — Parente, achegado; da família.
Nome gnóstico do gênio de Marte. Sabaôth (Hebr.)- Um exército ou uma hoste; de sâábá: ir para a guerra, Daf o nome do deus da guerra: o “Senhor de Sabaôth [ou dos exércitos]”, Sabbannu (Pal.) — Equivalente ao sânscrito survajÃia (ver esta palavra). Sabda ou Shabda (Sânsc.) — Som, rufdo; voz, clamor; palavra, linguagem, nome, título; a palavra revelada ou revelação, Sabda Brahman (Sânsc.) — “A palavra Brahma”; palavra divina; as Sagradas Es- crituras; a teologia; os Vedas.
À “própria essência da sabedoria está contida no Não-Ser”, dizem os cabalistas; porém, estes aplicam tal termo também ao VERBO ou Logos, o Demiurgo, pelo qual o Universo foi chamado à existência. “À única Sabedoria está no Som”, dizem os ocultistas; e, por outro lado, por Legos dá-se a entender o Som, que é a parte funda- mental do Ákâza, Como diz o Zohar ou “Livro do Esplendor”: “É o Princípio de todos os Princípios, a Sabedoria misteriosa, a Coroa de tudo o que há de mais elevado” (Zohar, IM, fol. 288, Qabbalah de Myer). E já se explicou que “sobre o Kether [a Coroa) está o AÁyn ou Ens, isto é, Ain, o Nada”, Porque é cssim chamada não sabemos, nem é possível 580
À religião dos antigos caldeus, Estes, embora acreditassem num Princf- pio deffico, impessoal, universal, não o mencionavam jamais, porém cultuavam aos deu- ses e regentes do Sol, da Lua e dos planetas, considerando como seus símbolos respecti- vos os astros e outros corpos celestes,
Doutrina herética de Sabélio, africano do séc. HI, baseada na cren- ça de um só Deus que se revela sob três nomes diferentes, negando portanto a distinção das três Pessoas e o mistério da Santíssima Trindade, segundo o admite a Igreja Cristã,
Chamados de astrólatras; os que adoram os astros ou, melhor dizendo, seus “regentes”, (Ver Sabeísmo. Sabhã (Sânsc.) — Assembléia; lugar para reuniões sociais ou políticas. Também Ma- hâsabhã, “acúmulo de coisas maravilhosas (máyâvicas ou lusóriasY', a dádiva de Ma- yâsur aos pândavas. (Mahâbhârata.) Sabhâ signáfica também: casa, morada. Sabhâjana (Sânsc.) — Honra que se tributa a alguém, Sabhâsad (Sânsc.) — Pessoa que concorre a uma reunião ou assembléia, Sabhâsthânu (Sânsc.) — Jogador assíduo. Sabhochita (Sánsc.) — Pandita, sábio brâbmane, Sabhya (Sânsc.) — Fidedigno, respeitável; concorrente a uma assembléia, Um dos cinco fogos mencionados nas Leis de Manu, 111, 100, Sabíija (sa-bija) ou Savija (Sânsc.) — Literalmente: “com semente”, (Ver Sabfja- Samâdhi,) Sabija-Samâdhi (Sánsc.) — Literalmente: “Samádhi com semente” ou objetivo, Meditação consciente, ou seja, aquele estado de concentração mental em que, embora a mente encontre-se livre de transformações (vrittis), é consciente daquilo com que se identifica e por esta razão se chama consciente (seamprajriáta) ou sabíja, porque há a se- mente que, seguindo seu curso, pode converter-se em várias distrações, que afastam a pessoa da condição de Samâádhi, Esta forma de Samádhi é inferior ao nirblja-Samâdhi, ou seja, Samádhi “sem semente” ou inconsciente, verdadeiro estado de Yoga supremo, Este tipo de concentração, a sablja, é também chamada pelos nomes de Samprajháta- Samâdhi e Savikalpa-Samâádhi, (Comentário de M, Dvivedi aos Yoga Súitra de Patafijali.) Ver Nirbfja- Samádhi, Nirvikalpa-Samâádhi e Asamprajháta-Samâahi,
Termo inventado recentemente para de- signar aqueles indivíduos que praticam a arte de curar através da vontade. Tal nome é impróprio, uma vez que tanto o budista como o judeu, o hindu e o materialista, podem praticar esta nova forma de Yoga ocidental com o mesmo êxito, com a única condição de dirigir e dominar sua vontade com firmeza suficiente. Os “cientistas mentais” constituem outra escola rival. Estes operam através da negação universal de toda enfermidade e de todo mal imaginável e pretendem, silogisticamente, que, já que o Espírito universal não pode estar sujeito aos achaques e padecimentos da carne e uma vez que cada átomo é Es- pírito e está no Espírito e dado que, finalmente, tanto os curadores como os curados es- tão todos eles absorvidos neste Espírito ou Divindade, não há nem pode haver qualquer 581
Todas as religiões tinham suas sacerdotisas nos templos, No Egito, eram designadas pelo nome de Sã e serviam o altar de Isis, assim como nos templos de outras deusas. Canephorae era o nome dado pelos gregos às sacerdotisas consagradas, que levavam as cestas de oferendas aos deuses durante as festas públicas dos Mistérios de Elênusis. Havia profetisas em Israel assim como no Egito, adivinhas de sonhos e intér- pretes de oráculos, Heródoto, além disso, menciona as hieródulas, virgens ou monjas consagradas ao Júpiter tebano, que eram geralmente as filhas do Faraó e outras princesas da Casa Real. Os orientalistas falam da esposa de Cefrenes, construtor da chamada se- gunda Pirâmide, que era sacerdotisa de Toth. (Ver Monjas.) Sach (Sânsc.) — Ver: Saz, cujo 1! foi convertido em ch por eufonia. Sacha Kiriya (Sânsc.) — Entre os budistas, é um poder análogo à um manira mágico entre os brâbmanes. E uma energia prodigiosa, que pode ser exercido por qualquer Adepto, sacerdote ou leigo, e “é eficaz ao extremo, quando é acompanhado do bháâvaná (meditação)”. Consiste em relatar “os atos meritórios de alguém executados nesta exis- tência ou em alguma outra anterior”, segundo Hardy, porém que, na realidade, depende da intensidade da vontade da pessoa, juntamente com uma fé absoluta em seus próprios poderes, embora seja de yoga — voluntário — ou então de alguma oração, como acontece entre os muçulmanos e cristãos. Sacha significa “verdadeiro” e Kirivang “ação”. É o poder do mérito ou de uma vida santa. Sachakchus (Sa-chakchus) (Sânsc.) — Literalmente: “com olhos”. Que tem olhos, dotado de visão. Que vê claramente. Sacharâãchara (sa-chara-achara) (Sânsc.) -— Literalmente: “o móvel juntamente com o imóvel”, O móve! e o imóvel; o animado e o inanimado. Sach-chid-ânanda (Sânsc.) — Ver Sat-chit-ânanda. Sach-chid-anza (Sânsc.) —- Uma partícula da Inteligência Suprema; a inteligência, Sachetas (Sânsc.) — Dono de seu pensamento, Sacht (Sânsc.) -- Esposa de Indra, também chamada de Indrâni e Amndrí.
Nome dado ao aposento das casas dos antigos romanos, onde se guarda- va a divindade particular à qual a família cultuava., Também se chamava sacrário o ádito de um templo.
Nos livros sagrados da Índia e outros países prescreve-se a prática dos sacrifícios de diversos tipos. Por sacrifício entendem-se as cerimônias religiosas geral. mente acompanhadas de oblações ou oferendas (arroz, manteiga, reses etc.) em honra das divindades e em benefício dos manes dos antepassados, dos brâhmanes, dos pobres etc, Há sacrifícios de ordem material e outros de índole não- material, tais como o estudo ou a leitura do Veda, a prática de austeridades, o cumprimento reto e desinteressado das obras, o sacrifício de sabedoria etc. “Não se deve abandonar os atos de sacrifício, esmola € austeridade, uma vez que são meios de purificação para o sábio.” (Bhagavad-Giá, XVIII, 5) Ver Yajãã, Mahâyajha etc. 582
Um dos deveres mais elevados do teósofo é o próprio sacrifício, ou seja, dar aos outros mais do que a si mesmo. Este altruísmo é o que distinguiu tão proeminentemente Buddha, Jesus e outros dos maiores Mestres da humanidade e que por si só bastou para granjear-lhes o respeito e o agradecimento perpétuos de sucessivas ge- rações. Porém o auto-sacrifício deve ser praticado com discernimento, uma vez que, se executado de modo injusto e às cegas, sem se considerar as consequências, pode fre- glientemente ser não apenas um ato vão, mas até prejudicial. Não se pode esquecer que uma das regras fundamentais da Teosofia é a justiça consigo mesmo, considerando-se como uma unidade coletiva, nem mais nem menos do que qualquer outra, exceto quando, graças ao auto-sacrifício, pode-se trazer benefício aos demais, Ninguém tem o direito de se deixar morrer de fome, para que outro possa alimentar-se, a não ser que a vida deste último seja mais útil aos outros do que a sua própria. Porém é seu dever sacrificar seu próprio bem-estar e trabalhar pelos demais, se estes são incapazes de fazê-lo por si mesmos. À Teosofia prega a abnegação, o sacrifício dos próprios afetos e interesses, porque o altruísmo é parte integrante do próprio desenvolvimento; porém não o sacriff- cio temerário e inútil, nem justifica o fanatismo. (Chave da Teosofia, p. 237 e segs., 2? edição inglesa) |
É uma lei tão universal no reino do Espírito, como o é a lei Kkármica no reino da Matéria. O Espínito se desenvolve através desta lei de Sacrifício, do mesmo modo que o corpo evolui através da lei de ação e reação chamada Karma, O es- pírito vive e triunfa pelo sacrifício, do mesmo modo que o corpo prospera e evolui gra- ças a uma atividade sabiamente dirigida. Daí as seguintes declarações, cujo sentido é completamente espiritual: “Quem ama sua vida, a perderá, e quem despreza sua vida neste mundo, a guardará para a vida eterna” (João, XII, 25), e mais esta: “Maior bem- aventurança é dar do que receber” (Aros, XX,35)., O sacrifício consiste em dar a própria vida em prol dos demais. Esta lel, que produz o desenvolvimento do Espírito, é também aquela pela qual os mundos são criados e sustentados. Todas as religiões, sob símbolos diversos, colocam o sacrifício no início da manifestação divina. Por um ato de sacrifício espontâneo, o Logos impõe um limite à sua vida infinita e se manifesta para a emanação do Universo. Pelo sacrifício este Universo é mantido e, finalmente, pelo sacrifício o ho- mem alcança a perfeição. Esta efusão do Espírito divino, que dá origem a um universo, faz do sacrifício a lei da Vida e nos faz compreender que, para o Logos, o sacrifício não é algo essencialmente penoso, mas uma efusão de vida espontânea e gozosa, para que os outros dela participem. Para o homem, o sacrifício também não representa dor alguma, a menos que haja desacordo entre a natureza superior, cujo gozo consiste em dar, € a infe- rior, cuja satisfação é receber e guardar. No homem verdadeiramente espiritual, perfeito, não existe desacordo e, portanto, para ele não há sacrifício doloroso por mais árduo e duro que seja. “Ser um portador da luz do Logos, um mensageiro de sua compaixão, um operário de seu reino: eis a única vida digna de ser vivida, Acelerar a evolução humana, servir à boa Lei, apressar uma parte da pesada carga do mundo: isto é o que parece ser a alegria do próprio Senhor.” (Sabedoria Antiga, 378) Sendo o Espírito a emanação direta da Vida divina, é uma fonte alimentada por um manancial inesgotável; quanto mais se derrama para o exterior, tanto mais recebe. Nos mundos materiais, tudo está ligado pela cadela sem fim de causa e efeito, tornando-se o efeito uma nova causa e assim sucessi- vamente até o infinito; “o mundo está ligado pela ação” (Bhagavad-Gitá, III, 9) e cada ação realizada é um novo laço. Porém, a ação executada como fazendo parte da atividade divina, quando aquele que a executa não é nada além do que o agente que nada busca e nada deseja para si como um eu separado, uma ação tal, oferecida como sacrifício, não se liga a seu autor, porque então é o Todo que opera através da parte c não a parte que atua por si mesma. À ação se liga ao homem, “exceto aquela que é feita como sacrifício”. dbid., 1, 9) Esta é a via que conduz à liberdade. À matéria se liga à ati- 583
Ver Sar, cujo 1 foi convertido, por eufonia, em d. Sadãá (Sânsc.) — Sempre, continuamente, sem cessar. Sâda (Sânsc.) — Decaimento, prostração; perda, menosprezo, morte. Clarificação de um Kquido que forma sedimento. Sadâbhavyya (Sânsc.) — Atento, sempre presente, Sadâchãra (Sânsc.) — Boa conduta ou observância; virtuoso, que tem boa conduta. Sadâ-gati (Sânsc.) — Literalmente: “que sempre se move”. O vento; o Sol; o Espf- rito Universal; a via eterna, o caminho do paraíso; constância. Sadaikarâpa (Sânsc.) — À essência da natureza imutável, Sadana (Sânsc.) - Residência; mansão, casa; lugar, assento. Sâdana (Sânsc.) — Que causa prostração, fadiga ou essotamento. Como substanti- vo: mansão, casa; assento, lugar, Sâdânanda (Sânsc.) — Literalmente: “sempre gozaso”, Epíteto de Vishnu, Sadarpa (Sânsc.) — Altaneiro, soberbo, orgulhoso. Sadas (Sânsc.) — Sessão, assembléia, reunião. Sad-asad-bhâva (Sánsc.) — Realidade e irrealidade; existência e inexistência; ver- dade e Uusão. Sad-asat (Sat-asat) (Sânsc.) — Ser e não-ser; existente e inexistente; verdadeiro e ilusório; bom e mau. Sadasat-phala (Sânsc.) -- Bons e maus frutos ou resultados. Sadâsukha (Sânsc.) — Felicidade ou bem-aventurança eterna. Sadâtana (Sânsc.) — Eterno, perpétuo, Epfteto de Vishnu, Sadaya (Sânsc.) — Compassivo, brando, terno, benévolo, afável.
Juntamente com o Supremo Ser; em que reside o Ser Su- premo ou Alma Universal, Sâdhika (Sânsc.) — Sono profundo, Sadhis (Sânsc.) — Meta, objetivo, fim; ponto ou lugar de repouso. Sâdhiyajõa (Sânsc.) — Juntamente com o Supremo Sacrifício; em quem reside o primeiro sacrifício. Sâdhu (Sânsc.) — Bom, puro, justo, reto, virtuoso; agradável, belo, excelente. Como substantivo; um muni, um santo. [Santos, ascetas e também faquires que praticam o Yoga tântrico, isto é, a magia, (Bergua, Ramayana, p. 789, notas)) Sâdhubhâva (Sánsc.) — Bondade, retidão, justiça; virtude, honradez; excelência, Sâdhuka (Sánsc.) — Casta vil ou degradada, Sâdhuvritti (Sônsc.) — Os bons costumes, a boa conduta; regras morais e religiosas, Sâdhvasa (Sânsc.) — Terror. Sâdhya (Sânsc.) — Um dos nomes dos “doze grandes deuses” criados por Brahma. Deuses Kósmicos; literalmente: “sacrificadores divinos”. Os sâdhyas desempenham pa- pel importantíssimo no ocultismo. [Santo, puro, perfeito, Os deuses cósmicos constituem uma classe de divindades inferiores que habitam o Bhuvar-loka, região intermediária 585
Idêntico ao Melquisedeque bíblico, que os místicos adoradores da Bíblia identificam com Jeová e Jesus Cristo, Porém, uma vez provada a identidade do Pai Sadik, fica igualmente provada a identidade com Cronos-Saturno, Sâdita (Sânsc.) — Prostrado, decafdo, exausto, fatigado; devastado, destruído, Sadocha (Sânsc.) — Culpável, vicioso; defeituoso, imperfeito, Sadrikcha (Sánsc.) — Parecido, semelhante, Sadriza (Sânsc.) — Tal, semelhante, parecido; igual, idêntico, mesmo; conforme, comparável, Sâdrizya (Sânsc.) — Semelhança, paridade.